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Estudos ambientais que aprovam — e não só cumprem tabela

EIA/RIMA, RAP, EAS, PRAD e laudos técnicos elaborados para o órgão aprovar com condicionantes que a sua operação consegue cumprir. Coordenação técnica completa, do termo de referência à audiência pública.

Araraquara-SP · atuação em todo o estado de São Paulo12 anos · 600+ processosResponsáveis técnicos com CREA-SP

O que é

Qual estudo o seu empreendimento precisa

Todo licenciamento de empreendimento novo ou ampliação relevante começa por um estudo ambiental, cujo porte é definido pelo órgão conforme o impacto potencial. Em São Paulo, a CETESB trabalha com três níveis principais:

  • EAS — Estudo Ambiental Simplificado: para empreendimentos de menor impacto; descreve o projeto, a área e as medidas de controle.
  • RAP — Relatório Ambiental Preliminar: nível intermediário, com diagnóstico dos meios físico, biótico e socioeconômico e avaliação de impactos; pode resultar em dispensa do EIA ou na exigência dele.
  • EIA/RIMA — Estudo e Relatório de Impacto Ambiental: para empreendimentos de significativo impacto (Resolução CONAMA 01/1986 e 237/1997); exige equipe multidisciplinar, diagnóstico completo, alternativas locacionais e tecnológicas, programas ambientais e audiência pública. O RIMA é a versão acessível ao público.

Além desses, há estudos específicos que entram no licenciamento ou na regularização: PRAD (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas), RCA/PCA (mineração), estudos de fauna e flora, laudos de vegetação para supressão e compensação, estudos hidrogeológicos para poços e estudos de dispersão atmosférica.

Por que estudos genéricos custam caro

Um estudo copiado de modelo gera dois problemas: exigências do órgão (que atrasam meses) e condicionantes mal dimensionadas (que a empresa carrega por anos). O trabalho bem-feito é o contrário: entende o projeto e a operação, dimensiona impactos reais e propõe medidas que o empreendedor consegue executar. O resultado é aprovação mais rápida e uma licença que não vira passivo.

O que fazemos

Coordenação técnica de ponta a ponta

Enquadramento e termo de referência

Definição do estudo exigido, interface com o órgão para o termo de referência e planejamento do conteúdo.

Equipe multidisciplinar

Coordenação de especialistas (fauna, flora, hidrogeologia, ruído, ar, socioeconomia, arqueologia) com responsabilidade técnica única.

Diagnóstico e avaliação de impactos

Levantamentos de campo, diagnóstico dos meios, matriz de impactos, alternativas e medidas mitigadoras proporcionais.

Programas ambientais e condicionantes

Programas exequíveis, com custo e cronograma reais, negociados com o órgão para condicionantes viáveis.

Audiência pública e comunicação

Preparação do RIMA, apresentação e condução técnica da audiência, resposta a questionamentos.

Laudos, perícias e PRAD

Laudos de vegetação, perícias técnicas, projetos de recuperação de áreas degradadas e recomposição de APP.

Como funciona

Do projeto à licença prévia

Estudo e licenciamento conduzidos como um só processo.

01

Enquadramento

Análise do projeto, consulta ao órgão e definição do estudo e do termo de referência.

02

Elaboração

Campo, diagnóstico, impactos, programas e redação — com revisão técnica interna antes do protocolo.

03

Protocolo e análise

Acompanhamento das exigências, complementações e audiência pública quando aplicável.

04

Licença e programas

LP emitida; programas ambientais e condicionantes entram no calendário do departamento ambiental.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Quem define se preciso de EIA/RIMA ou de RAP?

O órgão licenciador, com base no tipo, porte e localização do empreendimento e na legislação aplicável. Em São Paulo, a consulta prévia à CETESB (ou a análise do enquadramento pela consultoria) evita começar pelo estudo errado.

Quanto tempo leva um EIA/RIMA?

Entre a elaboração (que inclui campanhas de campo em diferentes estações do ano) e a análise do órgão com audiência pública, o processo costuma levar mais de um ano. RAP e EAS são significativamente mais rápidos. O planejamento antecipado é o que define se o estudo entra no cronograma do negócio ou o atrasa.

Vocês fazem o estudo ou só coordenam?

A Reserva responde tecnicamente pelo estudo e coordena a equipe. Levantamentos especializados (fauna, arqueologia, ruído etc.) são feitos por profissionais da nossa rede, sob a nossa coordenação e responsabilidade.

Preciso de laudo para suprimir vegetação em uma área da fazenda?

Sim. Supressão de vegetação nativa exige autorização do órgão com laudo técnico, e em muitos casos compensação. Fazer sem autorização é infração grave e leva a embargo da área.

O que é PRAD e quando é exigido?

O Plano de Recuperação de Áreas Degradadas é exigido para recuperar áreas afetadas por mineração, obras, contaminação ou uso irregular, e também na regularização de APP e Reserva Legal (como PRADA). Define técnicas, cronograma, metas e monitoramento da recuperação.

Próximo passo

Qual é a posição ambiental real da sua empresa?

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